1) TINTA
Geralmente, é feita à base de óleo, que é rapidamente absorvido pelo papel, ou de um solvente como o álcool, que evapora rápido. Também leva corantes, resinas e outros aditivos. Isso garante uma tinta viscosa, que não escorre do tubo, mas não muito grossa, para não entupir a carga.
2) CARGA
Durante a fabricação da caneta, é injetado neste tubinho entre 0,5 e 1,5 ml de tinta. Aí, uma centrífuga remove todo o ar, ajudando a manter o líquido lá dentro. O ar também é retirado da ponta, para criar um vácuo que ajude a tinta a fluir desse reservatório para a ponteira.
3) BURAQUINHO
Serve para igualar a pressão atmosférica dentro e fora do tubo. O ar que passa por ali preenche o espaço deixado pela tinta consumida, evitando um vácuo que a puxaria para a parte de cima da carga. Nas canetas sem furo, a carga é selada e pressurizada. Conforme a tinta é gasta, o ar comprimido se expande para ocupar o espaço liberado.
4) ESFERA
É onde a mágica acontece. Feita de latão, aço ou carboneto de tungstênio, ela é acoplada com uma luva. Mas ali há espaço suficiente para que a bolinha gire livremente, em qualquer direção, distribuindo a tinta uniformemente no papel. Esse mesmo mecanismo é usado nos desodorantes do tipo roll-on. A esfera também funciona como uma “tampa”, evitando que o contato com o ar seque a tinta no reservatório.
Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br Por Natália Rangel
PERGUNTA Sídala Ribeiro de Souza, Alto Paraíso, GO
(Divulgação/Reprodução/Divulgação/Reprodução)

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