(Anthony Mazza/Mundo Estranho)
A partir dessa hipótese, um personagem especulou a ligação entre um operário da Ford, nos EUA, e ele, em Budapeste. A ficção inspirou a realidade, e a ideia serviu de base para estudos de matemática, computação e ciências sociais que abordam o conceito de redes de influência e difusão de informação.
O primeiro teste
Em 1960, o psicólogo americano Stanley Milgram enviou 300 pacotes a moradores de alguns lugares dos EUA. Junto com a encomenda, um bilhete pedia que as pessoas fizessem o pacote chegar a um homem específico de Boston. Para isso, elas deveriam enviar a caixa a um conhecido, até que ela chegasse à pessoa. Cem pacotes atingiram o destino final, e eles passaram por seis etapas
Na época digital
Pesquisadores da Universidade Columbia, nos EUA, em 2002, escolheram 61.168 participantes para enviar mensagens a 18 alvos específicos, que iam de veterinários noruegueses a estudantes na Sibéria. Apesar de somente 324 mensagens terem chegado aos 18 escolhidos, os e-mails passaram por, em média, cinco a sete pessoas
No livro de rostos
Os dois testes foram replicados, em 2016, pelo Facebook e sua base de 1,59 bilhão de usuários cadastrados. O resultado, obtido por meio d
e algoritmos estatísticos e cruzamento de dados, indicou que havia uma média de 3,57 a 4,57 graus de separação entre você, Beyoncé, o papa Francisco e o Zé da Esquina. As redes sociais aproximaram ainda mais os seres humanos. Pelo menos nos números
Fonte: https://mundoestranho.abril.com.br Por Lucas Massao
Pergunta do leitor Pedro Saliba, São Paulo, SP
Ilustra Anthony Mazza
Edição Felipe van Deursen
Pergunta do leitor Pedro Saliba, São Paulo, SP
Ilustra Anthony Mazza
Edição Felipe van Deursen

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